Ambulatório de Reiki

Como foi criado, o que os voluntários acham

O Ambulatório de Reiki existe porque a prática do Sistema Usui de Reiki me sempre incentiva a oferecer Reiki. Parece até difícil não oferecer o presente disponível nas minhas mãos... e como eu, muitos alunos também sentem. Quantas vezes ouvi no final do curso de Reiki alguém perguntando: "Upanishad, e agora que terminou o curso? Eu quero doar Reiki mas não sei onde e como".

Durante muito tempo (anos!), não sabia bem onde e como instalar este lugar para doação do Reiki. Imaginava ir aos hospitais, asilos e postos de saúde, mas quando apresentava a idéia aos responsáveis por estas instituições, encontrei pouca receptividade. Um dia, em 1997, desisti deste caminho.

No início de 2001, quando refleti sobre o projeto "Trilhando o caminho do Coração" e a fraca participação dos alunos, encontrei a solução para o lugar da doação de Reiki: uma enquete entre os alunos, uma sala, dias e horários determinados na semana e divulgação nos jornais. Ao invés de tentar o quase impossível (entrar logo nas instituições de saúde já existentes), criar um projeto (uma instituiçãozinha...) próprio.

Entre maio e agosto de 2001, o ambulatório de Reiki funcionava em Brasília, todos os sábados, numa sala cedida pelo amigo, médico e Reikiano dermatologista Roberto Azambuja, na CLN 212. Desde setembro de 2001, funcionamos numa sala cedida pela Sra. Anna Maria Ormonde, em sua loja "Magia dos Anjos", na CLN 110.
Vai aqui um grande "obrigado" ao Roberto e à Anna Maria pela gentileza e disposição!

A história do Programa Bolsa-Reiki

Logo nas primeiras semanas após o funcionamento do Ambulatório, evoluiu em meu coração a idéia do Ambulatório e encontrei nela a solução para um outro assunto até então mal-resolvido: como possibilitar a participação da população de baixa renda nos cursos de Reiki? As vezes, convidei pessoas interessadas para fazerem o curso em troca de algum serviço, já que não podiam pagar em dinheiro. Na grande maioria dos casos, aconteceu algo desagradável: ou o serviço não foi prestado ou não com a qualidade combinada, a pessoas de repente mudou e não deu mais sinal de vida, o serviço foi realizado fora do prazo combinado etc. etc. ...

Com raras excessões, acabei sentir-me desconfortável após iniciar alguém em Reiki em troca de serviço. De várias formas, senti minha disposição e abertura desrespeitada por estas pessoas. Agora, através do serviço prestado no ambulatório, o aluno pode trocar sem que eu me sinto desrespeitado, pois firmamos um acordo claro e consciente.

Não faço questão de receber dinheiro pelo curso de Reiki, mas acho importante que o aluno tenha respeito e que dê o valor devido ao Reiki em si e ao curso que ofereço. Acredito ter encontrado uma forma viável para uma questão que me preocupou desde 1992, quando iniciei os cursos de Reiki. Estou muito feliz com isso.

O que os alunos acham

Até hoje, converso com alunos que já fizeram o curso de Reiki para conhecer suas opiniões a respeito de quantas horas de aplicações devem ser feitas em troca do curso de Reiki. Um curso de Reiki I vale quantas horas de aplicação de Reiki? As opiniões variam realmente bastante. Para mais transparência e para incentivar VOCÊ a refletir também, publico aqui as opiniões que foram compartilhadas pelos alunos via e-mail. Interesso-me em saber SUA opinião também, para refletir mais e até aprimorar a maneira como estamos realizando as trocas de serviço: envie uma mensagem.

Maria Cecília sugere que o aluno deve aplicar 2 horas e meia por semana. Não especificou por quantas semanas ele deve aplicar Reiki.
Wilson sugeriu partir do cálculo do valor do curso dividido pelo valor de cada aplicação no Ambulatório (R$ 5,00).
Marcelo pensou na histório da Sra. Hawayo Takata (a qual comprometeu-se trabalhar durante um ano na clínica do Dr. Hayashi, no Japão) e sugeriu pedir 30 dias ou seis meses de participação, inclusive na organização.
Adriana raciocinou que o curso de Reiki I com Upanishad tem uma carga horária entre 12 a 20 horas e esta deve ser a carga horária a ser cumprida no Ambulatório.
Stanley deu uma sugestão semelhante à do Wilson: o aluno deve praticar 36 horas (R$180 dividido por R$5) nos primeiros três meses subsequentes ao curso, e após essa fase, o compromisso de uma ou duas horas semanais pelo prazo de 6 meses.
Ana Luiza opina que não devemos ficar estritamente presos a cálculos e valores, embora eles possam auxiliar. Acha que a dedicação, a freqüência e as contribuições ao ambulatório podem "pesar" bastante.
Gilka acha que não há necessidade em obrigar a pessoa a efetuar o pagamento (troca) mas que é a pessoa que deve conscientizar-se a retribuir quando o universo solicitar. Ou que pode ignorar completamente aquilo que recebeu de graça e não pensar mais sobre o assunto.

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